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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Já não te ouço. São tuas mãos que argumentam, irrefutavelmente, nossa proximidade. Já não te ouso, mas não resisto a tua convicção cheia de passos. Já não te amo, embora o que se desabotoe agora não seja mais o desbotado de outrora. 
Estamos em uma nova fase: ciclos em círculos de ciranda...

Erramos os passos da dança, mas permanecemos de mãos dadas. 

Marla de Queiroz