Já não te ouço. São tuas mãos que argumentam, irrefutavelmente, nossa proximidade. Já não te ouso, mas não resisto a tua convicção cheia de passos. Já não te amo, embora o que se desabotoe agora não seja mais o desbotado de outrora.
Estamos em uma nova fase: ciclos em círculos de ciranda...
Erramos os passos da dança, mas permanecemos de mãos dadas.
Marla de Queiroz